80° dia. De Sete lagoas a Paraopeba

80° dia. De Sete lagoas a Paraopeba

jun 27, 2013

Deixamos a casa de Heloíza e seguimos rumo à BR 040, pois queríamos visitar a Gruta Rei do Mato que fica junto ao trevo de acesso a Sete Lagoas.
Esta gruta tem 998 m de extensão, dos quais 220 estão abertos à visitação pública. Tem 30 metros de desnível e possui quatro salões. Suas formações de estalagmite e estalactite são raras no mundo e de extraordinária beleza, com destaque para o 4º e último salão, denominado Salão das Raridades, onde se encontram duas colunas de cristal de calcita, perfeitamente simétricas, com cerca de 12 m de altura e 25 cm de diâmetro – formação raríssima.
Nenhuma gruta brasileira tem em seu interior formações como as que vimos. Diversos órgãos governamentais, ligados ao meio ambiente, participaram do projeto de preservação e aproveitamento turístico da Gruta. Os técnicos e cientistas que fizeram parte do projeto previram o que há de mais moderno em urbanização de grutas.
O nome da gruta é uma homenagem a um homem de identidade ignorada, possivelmente fugitivo da Revolução de 1930, que habitou a gruta por muitos anos e era chamado de “Rei do Mato”.
Ao lado desta existe a Grutinha. Lá, além de pinturas rupestres, feitas com sangue e gordura vegetal, foram encontradas, soterradas, ferramentas indígenas petrificadas, em perfeito estado. Nela encontra-se, ainda, uma réplica, em resina, do Xenorhinotherium bahiensis – a macraoquemia – animal herbívoro que habitou Minas, Bahia e sul de São Paulo, há cerca de seis mil anos. Não tivemos acesso a ela, pois estava em manutenção.
A visita foi maravilhosa. Contamos com o apoio e a simpatia dos funcionários.
Dentro da gruta pudemos observar o jogo de luzes de LED que tornam o local mágico.
Nossa guia destacou uma coisa importante: a gruta está “viva”, ou seja, continua em processo de formação das estruturas. Demora 100 anos para formar 1 cm de estalactite ou estalagmite!

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A visita durou 1 hora e meia e saímos de lá às 11 h. Pegamos a BR rumo a Paraopeba. A estrada estava tranquila e com acostamento perfeito. Paramos no meio do caminho para “bater” um PF. Com energia renovada e mais alguns Km chegamos ao centro da cidade. Tivemos dificuldade em encontrar um local mais em conta para ficar e voltamos para a BR. Depois de mais alguns Km nos instalamos num hotelzinho.

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Igreja no centro de Paraopeba

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 80° dia. De Sete lagoas a Paraopeba

Sobre

Romulo e Mariana são casados, amam o cicloturismo e estão dando a volta ao mundo em uma bicicleta tandem.

Outras Aventuras:


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